CRM: 190.518 I RQE: 134.434

Cirurgia oncológica com precisão, segurança e cuidado humano.

TRATAMENTOS

Áreas de atuação

Atendimento integral aos tumores do aparelho digestivo, ginecológicos e sarcomas, com indicação precisa da melhor técnica para cada caso — aberta, vídeo ou robótica.

Diagnóstico preciso e tratamento cirúrgico do esôfago com foco em segurança e recuperação.

Conheça o tratamento

Tratamento cirúrgico do estômago com técnica oncológica rigorosa e cuidado integral.

Conheça o tratamento

Ressecções hepáticas e biliares com planejamento preciso e preservação funcional.

Conheça o tratamento

Abordagem cirúrgica do pâncreas com precisão técnica e decisão compartilhada.

Conheça o tratamento

Cirurgia precisa de cólon e reto com princípios oncológicos e preservação de função.

Conheça o tratamento

Tratamento dos tumores apendiculares com indicação precisa e acompanhamento atento.

Conheça o tratamento

Cirurgia oncológica ginecológica com técnica apurada e visão multidisciplinar.

Conheça o tratamento

Ressecção oncológica de sarcomas com margens adequadas e planejamento tático.

Conheça o tratamento

CIRURGIA ROBÓTICA

Menos trauma, mais precisão,
recuperação mais rápida


Atendimento especializado do diagnóstico ao pós-operatório, com domínio em cirurgia minimamente invasiva e robótica para preservar função, reduzir dor e acelerar a recuperação — sem abrir mão da segurança oncológica.



A cirurgia minimamente invasiva reúne técnicas por vídeo e plataforma robótica para oferecer incisões menores, visão 360° do campo cirúrgico e movimentos de alta precisão.

Quem será o seu médico?

Dr. André L. Bettiati Jr.

O Dr. André L. Bettiati Jr. é cirurgião oncológico dedicado ao diagnóstico e tratamento cirúrgico do câncer, com foco em abordagens seguras e personalizadas.

Atua com cirurgia aberta, videolaparoscopia e robótica, sempre buscando preservar qualidade de vida e conduzir o paciente com clareza e serenidade em cada etapa.

Dr. André L. Bettiati Jr.

CIRURGIÃO ONCOLÓGICO

+1.000

pacientes atendidos

+500

cirurgias feitas

CIRURGIA ROBÓTICA

Histórias reais de
confiança e cuidado


Tumores de esôfago

Quando investigar: dificuldade para engolir (disfagia), perda de peso sem causa clara, dor retroesternal, refluxo persistente.

Avaliação: endoscopia com biópsia, tomografia/ressonância e PET-CT para estadiamento, avaliação nutricional.

Cirurgia: técnica definida pelo estadiamento e localização; vias vídeo/robótica podem ampliar a visão em tórax e abdome, favorecendo dissecação e linfadenectomia criteriosa.

Pós-operatório: suporte nutricional, controle da dor, adaptação alimentar progressiva e seguimento oncológico estruturado.

Tumores de estômago

Quando investigar: dor ou desconforto gástrico, anemia sem explicação, saciedade precoce, emagrecimento involuntário.

Avaliação: endoscopia com múltiplas biópsias, tomografia para estadiamento e discussão multidisciplinar.

Cirurgia: gastrectomia parcial/total com linfadenectomia; via minimamente invasiva (vídeo/robótica) pode reduzir trauma mantendo critérios oncológicos.

Pós-operatório: orientação nutricional especializada, suplementação conforme necessidade e vigilância programada.

Tumores do fígado e vias biliares

Quando investigar: dor no quadrante superior direito, icterícia, fadiga, perda de peso, alterações em exames de função hepática.

Avaliação: ultrassom, tomografia/ressonância específicas, marcadores (quando aplicável) e avaliação de reserva hepática.

Cirurgia: ressecções segmentares/maiores, biliar ou hepatectomias; vídeo/robótica podem auxiliar em suturas delicadas e acesso anatômico complexo.

Pós-operatório: controle de função hepática, analgesia, mobilização precoce e imagem seriada conforme protocolo.

Tumores pancreáticos

Quando investigar: icterícia sem dor, dor abdominal persistente, perda de peso, fezes claras, inapetência.

Avaliação: tomografia/ressonância de alta resolução, biópsia em casos selecionados, avaliação endoscópica quando indicada.

Cirurgia: procedimentos como duodenopancreatectomia (Whipple) ou pancreatectomias distais; via minimamente invasiva pode ser considerada em casos adequados.

Pós-operatório: manejo de dor, suporte nutricional, avaliação de função endócrina/exócrina e seguimento oncológico.

Tumores de cólon e reto

Quando investigar: sangue nas fezes, mudança do hábito intestinal, dor abdominal, anemia, perda de peso.

Avaliação: colonoscopia com biópsia, tomografia para estadiamento e marcadores quando pertinentes.

Cirurgia: colectomias e ressecções retais com linfadenectomia; na pelve, a robótica pode auxiliar na preservação de nervos e continência.

Pós-operatório: recuperação funcional, reeducação intestinal, avaliação de estoma (se houver) e rastreio periódico.

Tumores de apêndice

Quando investigar: dor em fossa ilíaca direita, quadro semelhante à apendicite, achado incidental em imagem.

Avaliação: tomografia, avaliação anatomopatológica detalhada e estadiamento conforme subtipo tumoral.

Cirurgia: de apendicectomia ampliada a ressecções mais extensas, conforme histologia e comprometimento peritoneal; via minimamente invasiva pode ser utilizada.

Pós-operatório: vigilância clínica e por imagem guiada pelo laudo e risco de recorrência.

Tumores ginecológicos

Quando investigar: sangramento uterino anormal, dor pélvica, aumento do volume abdominal, alterações em exames de rotina.

Avaliação: ultrassonografia, ressonância, marcadores (quando aplicável) e biópsias dirigidas; discussão com ginecologia oncológica.

Cirurgia: procedimentos conservadores ou ampliados conforme estadiamento; a robótica pode favorecer precisão e menor agressão tecidual.

Pós-operatório: reabilitação pélvica quando necessário, controle de dor e seguimento oncológico conjunto.

Sarcomas

Quando investigar: massa de crescimento progressivo, dor local, sintomas compressivos; evitar biópsias não planejadas.

Avaliação: ressonância/tomografia, biópsia incisional ou core guiada, estadiamento e reunião multidisciplinar.

Cirurgia: ressecção com margens oncológicas; em retroperitônio, a robótica pode auxiliar no acesso e na dissecação de estruturas profundas.

Pós-operatório: fisioterapia funcional conforme localização, controle de dor e vigilância periódica por imagem.